Selma do coco – Culturas Populares

O prêmio Culturas Populares de 2018 do Ministério da Cultura homenageou Selma do coco, artista de Pernambuco.

Selma do Coco teve contato com a música tradicional pernambucana ainda criança, nas festas juninas que frequentava com os pais. Aos 10 anos, mudou-se com a família para Recife. Casou-se e teve 14 filhos, dos quais apenas um chegou à vida adulta. Dos demais, 10 morreram recém-nascidos, dois durante o parto e um em um acidente de caminhão, que também vitimou seu marido. Além dos filhos, também ajudou na criação de quatro sobrinhos.

Já viúva, mudou-se para Olinda. No Alto da Sé, cantava o coco enquanto trabalhava com a venda de tapiocas. A cantoria, inicialmente solitária, aos poucos se transformou em rodas de coco, realizadas no fundo do quintal da casa da artista. “Aos poucos, as pessoas foram gostando, as rodas ficaram cada vez mais cheias e assim minha avó foi ficando conhecida”, conta a neta Raquel Marta, 37 anos.

“Ocupo com muito orgulho o lugar dela”, destaca Raquel, que é vocalista do grupo Coco de Selma. “Além de fisicamente parecida, minha voz também se parece muito com a de minha avó”, afirma. “Ela era uma mulher guerreira, uma grande mestra do coco. Tinha grande amor pelo trabalho. Eu e várias outras pessoas do coco nos espelhamos nela”, destaca.

O céu perdeu a cor | TRAILER

Quatro pessoas despedaçadas em seu íntimo tateiam no escuro por uma maneira de acertar as contas com a vida.

Um está velho e cansado, não tem mais forças para viver; outro, abandonado por um amor, está tomado pelo desespero, outra tenta conciliar a vida cotidiana com a epilepsia latente que atrapalha seu desempenho na profissão de dançarina e a outra, literalmente perdida, sem uma clara noção de para onde ir, perambula sem destino definido.

Em uma narrativa fragmentada por lapsos de tempo, essas histórias se atravessam na colcha de retalhos da paisagem urbana.

+ Saiba mais

O ofício das baianas de Acarajé

O ofício das Baianas de Acarajé é um bem cultural de natureza imaterial, inscrito no Livro dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura. A prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana – feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás – é amplamente disseminada na cidade de Salvador (BA). A atividade de produção e comércio é predominantemente feminina, e encontra-se nos espaços públicos, principalmente praças, ruas, feiras da cidade e orla marítima, como também nas festas de largo e outras celebrações que marcam a cultura da cidade.


Publicado originalmente no site e redes sociais do Ministério da Cultura.

Direção e fotografia: Gustavo Serrate
Produção: Fernanda Almeida
Roteiro e still: Janine Moraes

O olhar na dança

O olhar na dança investiga o processo criativo na dança contemporânea, além de mapear coreógrafos com grupo no Brasil. O projeto, com direção e coordenação de Juana Miranda, vai entrevistar mais de 30 coreógrafos em diferentes estados brasileiros.

80 anos de IPHAN

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foi criado em janeiro de 1937. E ao longo desses 80 anos muitas coisas mudaram, diversos desafios foram enfrentados e, principalmente, inúmeras conquistas foram alcançadas no propósito firme da preservação e promoção do patrimônio cultural brasileiro. Um desafio que se tornou uma importante realização foi a descentralização do Instituto que, atualmente, está presente em todas as unidades da Federação, com 27 Superintendências Estaduais, 26 Escritórios Técnicos, dois Parques Nacionais e cinco Unidades Especiais.

À margem do universo

O filme, dirigido pelo Tiago Esmeraldo, ganhou o prêmio de melhor direção de fotografia na 50 edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A equipe de fotografia, encabeçada por Gustavo Serrate, contou também com Bruno Nogueira e Mariana Merlin.

Dois seres alienígenas desembarcam na Terra para uma pretensa investigação espacial, mas na verdade, quem são observados e estudados, são eles. Ao final, eles terão uma grande surpresa.

Tiago Esmeraldo dirigiu o curta-metragem O que são as estrelas (2012). Participou da produção do longa A Capital dos Mortos 2 – Mundo morto (2015) de Tiago Belotti. Fez a direção de fotografia dos filmes Ácido acético (2014), O melhor fotógrafo do mundo (2015) e O último Natal (2016) de Fáuston da Silva, todos com carreiras em festivais no Brasil

Video Tutorial: Culturas Populares MinC

Video produzido para o Ministério da Cultura para divulgação do Edital Culturas Populares edição Leandro Gomes de Barros, de 2017.

Roteiro e produção: Gustavo Serrate e Guto Martins
Montagem: Gustavo Serrate
Arte: Luisa Vieira
Locução: Larissa Leite
Música: No Polimento da Fivela ( Compositor: Maciel Salu )

Rua J – A morada do ócio

“Trancafiados dentro de um condomínio horizontal, sem nenhum dinheiro, sem transporte para o mundo externo mas com muito tempo livre, um grupo de vizinhos faz do ócio um aliado para criar filmes com uma câmera VHS. Rua J trata do microcosmo de uma turma reunida por laços de amizade construídos durante tardes ociosas e por uma afinidade: Amor ao cinema.”

ENGLISH
“A short documentary about a gang of boys who have lots of free time that they use it making trash movies. It´s a film about friendship and Togetherness and love of filmmaking.

The subtitles are inside the youtube player.
You can activate-it to english or spanish. ”

Rua J
“Cinema e ócio”
Documentário, 35 Minutos, Brasília – DF, Julho de 2014
Direção e roteiro: Gustavo Serrate
Produção: Cineasta 81, Vatos Locos Productiones
Direção de fotografia: Gustavo Serrate
Som Direto: Guilherme Serrate, Bruno Falcão
Montagem: Gustavo Serrate, Filipe Gontijo
Tratamento de som: Anikulapo
Still: Guilherme Rosenthal
Trilha Sonora: Banda Dualid, Fernando Mirana (Kalimba), Fábio Miranda (Viola caipira), Sophie Crafts (Acordeon – Tabhair Dom Do Lahm)